#CervejasQueMarcaram | Green Lab Hip Hops – para aprender a amar lúpulo

Meu primeiro encontro com a Hip Hops da Green Lab foi em setembro de 2015. Conheci essa cerveja pelo próprio mestre cervejeiro e dono da cervejaria, o Emílio. E não tinha como ter sido num lugar melhor: em Ipanema, no coração do Rio, na primeira franquia do Delirium Café na América Latina.

Não me lembro o dia da semana que era, mas sei que saí do trabalho e fui literalmente correndo pra lá – pelo menos da estação do metrô até o bar eu corri MESMO. Em setembro, geralmente já faz um calor danado aqui no Rio e, consequentemente, cheguei esbaforida e derretendo ao Delirium.

Deparei-me com o Henrique, meu namorado, e o Emílio no balcão, já degustando a Hip Hops, com um belo prato de baby beef com fritas para acompanhar. Juntei-me a eles, claro, já aguando e sedenta por um refresco para aliviar o calor carioca. E aí entrou a Hip Hops em minha vida, me dando uma lição do que é uma American Pale Ale de verdade e me mostrando que cerveja artesanal também é para refrescar SIM – ao contrário do que muitas vezes ouvimos por aí.

Comecei a beber cervejas artesanais e especiais no fim de 2014, mas, como no mundo cervejeiro há uma imensidão de estilos e rótulos a se desbravar, àquela época eu ainda estava descobrindo muitas coisas.

E a Hip Hops, à primeira golada, se tornou minha referência de cerveja refrescante e fez do estilo American Pale Ale um dos meus preferidos – o que se mantém até os dias atuais.

Hip Hops sendo minha companheira de cozinha #letscook 😉

Hmm, conte-me mais sobre a Hip Hops

Sabe aquela cerveja que desce bem? Como uma boa APA deve ser, a Hip Hops é extremamente aromática e apresenta boa carbonatação. As notas herbais e de maracujá do aroma se repetem na medida certa no sabor. O amargor é bem inserido e o final seco, porém discreto, convida ao próximo gole.

Não sou muito a favor de comer baby beef (julguem-me, sei que é uma coisa bem hipócrita vindo de uma pessoa que come outros tipos de carne normalmente), mas me entreguei ao do Delirium Café, servido com molho de Chimay Red e batatas crocantíssimas. Afinal, precisava de um acompanhamento de peso para degustar aquela nova paixão cervejeira

Depois daquela noite, a Hip Hops passou a marcar presença constantemente da minha vida. Degustei essa cerveja em casa, em bares, com amigos, acompanhada de amendoim, hambúrguer e outras delícias mais.

Esse rótulo, como já mencionei acima, me encorajou a provar todas as American Pale Ales que vejo pela frente e me introduziu de vez ao mundo do lúpulo.

Eu já bebia IPAs e já tinha superado a fase “de trigo”, mas ainda estava meio perdida entre o que eu gostava e o que eu de fato amava no universo cervejeiro. E agora posso afirmar: eu AMO APAs e nutro um carinho especial pela Hip Hops até hoje.

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